Agronegócio

Sebrae apresenta mapeamento da cadeia produtiva da piscicultura na Baixada Maranhense

Região tem sido um grande polo da piscicultura no estado

O Sebrae apresentou um mapeamento inédito da cadeia produtiva da piscicultura que está sendo desenvolvida nas regiões da Baixada Maranhense e Campos e Lagos, em reunião realizada na cidade de Viana, no último dia 23 (quinta-feira), contando com a presença de diretores da instuição, piscicultores e representantes de associações de produtores de diversos municípios da região.

Foram apresentadas estatísticas e dados comparativos, que demonstram claramente o crescimento da produtividade nos municípios e o fortalecimento dessa atividade na região, num reflexo do trabalho realizado pelo Sebrae, em parceria com o Senar, nas comunidades com potencial para a piscicultura. O diretor técnico do Sebrae Maranhão, José Morais ressalta o esforço técnico da instituição para tais resultados. "O trabalho é contínuo e inclui cursos, capacitações, consultorias e a parceria com outras instituições tem sido fundamental neste processo", destacou Morais, que participou da reunião, juntamente com o diretor Administrativo-financeiro do Sebrae Maranhão, Nonato Correa.

A explanação feita pelo gerente da unidade de Desenvolvimento Territorial do Sebrae, José Garcês, apresetou dados de comercialização de insumos da produção, aquisição de alevinos, espécies mais produzidas na região e valores relativos ao custo/beneficio de cada quilo do pescado. O povoado Itans, na cidade de Matinha, foi apresentado como referência na criação do peixe em cativeiro, registrando uma produção anual, que já ultrapassa um milhão de toneladas – bem acima do potencial de outras regiões do estado.

O Sebrae realiza ações periódicas na comunidade e disponibiliza um engenheiro de pesca para acompanhar os piscicultores com capacitações e consultorias, o que reconhecidamente, alavancou a piscicultura na região, como defendeu o consultor do Sebrae José Américo, que acompanha o trabalho na localidade. "Se você não tiver tecnologia, não adquirir conhecimento e buscar inovações, as chances de crescer são mínimas e os resultados não serão satisfatórios", afirmou.

O presidente da associação dos piscicultores de Itans, Elizeu Martins, que esteve no encontro, ficou satisfeito com os relatórios apresentados. "Certamente, ver nosso trabalho em destaque, sendo referência para outras pessoas é muito animador e a nossa comunidade está consciente de que a informação é a ferramenta mais importante para o crescimento e fortalecimento do nosso negócio e isso tem sido o nosso diferencial", justificou.

 

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